segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Direito Internacional, ou uma das chagas da minha vida

Direito Internacional é daquelas cadeiras que, ou se gosta muito, ou não se gosta nada. Não existe meio termo. Ora eu adorei a cadeira desde o ínicio, com todos os seus fancy terms e os seus problemas actuais. O que é que havia para não gostar nesta cadeira? Era o máximo. Até já tinha um tema de trabalho. E foi aí que dei com a burra nas couves! Ora os poderes erráticos, embora sejam muito bonitos de estudar, não têm muita informação quando aplicada ao direito internacional. A minha brilhante cabecinha só se apercebeu deste facto quando começou a reunir material e viu que nunca na vida, por muita palha que lá metesse, aquilo ia dar para escrever 5000 palavras (aproximadamente 16 a 20 páginas). Mas é que nem em sonhos! Então o que é que eu me lembrei? Mudar o tema de trabalho, pois está claro! Ai que lindo gosto tanto do apartheid... até perceber que não consta no programa da cadeira. Então acho que os atores do direito internacional vão gostar muito que eu fale sobre a ONU e o conselho de segurança, assim como das ONG e das OIG (que são intergovernamentais). 
O que eu queria mesmo era ter feito um trabalho sobre o Tibete. Mas o homem olhou para mim com aquela cara de "ai mais um trabalho sobre o Tibete". E então todas as outras escolhas foram um pouco por não poder escolher o Tibete. Ainda há 10 minutos estava a pensar nos Balcãs. Ou no Kosovo. Mas com 12 dias para dar à luz um milagre  para a cadeira de direito internacional, não me parece que sejam escolhas sábias.

Sem comentários:

Enviar um comentário