quarta-feira, 30 de novembro de 2011

3 em 1

Ora no outro dia, ao passear com o babe por Évora, por ruas que ambos desconheciamos, encontrámos um restaurante asiático. Nada de extraordinário. Só mesmo o facto de este restaurante servir especialidades chinesas, japonesas e ... wait for it ... tailandesas! Eu achei o restaurante engraçado, ele nem por isso.
Há duas noites, eu estava cheia de vontade de comer com pauzinhos, o que se traduziu numa tentativa de jantar fora num restaurante japonês aqui ao pé de casa, o Mixi-mixi (ou lá como se escreve!). Ao chegar à porta, fiquei sem vontade de comer comida japonesa e sugeri que fossemos ao italiano. Ele grunhiu qualquer coisa sobre a minha capacidade de decisão, e lá fomos. Ao entrar numa rua deparei-me com o tal restaurante asiático, o que ele dizia sarcasticamente que devia ser fantástico, ter 3 tipo de especialidades (e nenhuma delas prestar!). Eu mandei-o parar o carro e fui lá espreitar. E pareceu-me interessante. Então lá fomos nós ao restaurante que serve não uma, não duas, mas sim três especialidades de comida! 

Então e agora o que é que se come? Pedimos comida chinesa, japonesa ou tailandesa? E o drama começou. Ao fim de 15 minutos lá conseguimos decidir que iriamos comer comida chinesa. Então e agora, comemos galinha, porco, assim ou assado? Ao fim de muita meditação lá nos decidimos pela galinha. Entao e agora, queres chau-min, galinha com amêndoas, galinha panada, massa de arroz, com bambu, com soja, com nada? E lá veio mais uma dor de cabeça. Eu a dizer que galinha com amêndoas é muito bom e ele a perguntar o que leva... um drama. Ai mor eu não gosto de cogumelos, ai mor eu não gosto de ervilhas, ai mor eu não gosto de nada. Pronto, um prato para cada um de nós e resolvemos o assunto. Será preciso dizer que eu comi galinha com amêndoas e ele galinha panada com amêndoa ou lá que era aquilo?!? E porquê meus senhores? Porque o babe é esquisito a comer! 

No fim ainda nos deram um calendário chinês para o próximo ano, que agradeço desde já, e que até já o pendurei na cozinha.

Isto de comer fora com o homem é complicado, mas eu gosto tanto dele, que faço vista grossa e não ligo às suas esquisitices, apenas faço mental notes, para refeições futuras.

Dos dias

Gosto de já ter escrito a primeira parte do trabalho para administração do território.

Não gosto que o semestre esteja no fim.

domingo, 27 de novembro de 2011

Crise

Oiçam o senhor Joseph Stiglitz, o senhor é o Prémio Nobel da Economia, pelo amor de Deus...

Queimar pestanas

Ora então é a estas bonitas horas que acabo de ler uma parte dos meus 500 mil apontamentos sobre a Índia (que adoro por demais!). Eu realmente não devo ser normal... mas quem é que estuda a um sábado até esta hora?! Só mesmo eu, que ninguém faz os trabalhos por mim. Daqui a umas horas começa outra fornada de estudo, a ver se despacho as leituras todas agora no fim-de-semana. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dos dias

Hoje apercebi-me de como o tempo passa rápido, demasiado rápido. Faltam 3 semanas para acabar o semestre e ainda não terminei os meus projectos, as minhas leituras... sinto que ainda não fiz nada significativo, a não ser queimar as pestanas. 
A minha preocupação está a transformar-se em cansaço a olhos vistos e isso não é nada positivo, pois ainda há muito que fazer. Terminar o trabalho de administração do território, escrever de raiz o trabalho de direitos humanos e ler material/escrever o ensaio para direito internacional estão na ordem do dia. 
Hoje sinto que não estou a dar 100%, hoje não me sinto boa o suficiente como para dizer que tudo vai correr bem e vou ter tudo pronto a tempo. Sinto-me a desmotivar. Eu coloco a minha própria fasquia tão alta que me apercebo que é demasiado para fazer. São projectos ambiciosos. Não que os meus progenitores desaprovem o que faço, eles ficam satisfeitos seja qual for o resultado. Eu é que quero sempre mais, acho que aquilo que faço nunca é bom o suficiente. Espero pelo menos concluir o que comecei e, com sorte, tirar um aproveitamento que satisfaça esta minha irritante sede de perfeição.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

xuxu

Hoje, pela primeira vez desde o verão, consegui contactar a minha xuxu linda! Falámos horas ao telefone até que a conversa foi interrompida por falta de bateria! As saudades que eu já tinha de falar com o meu bixinho do mato! 


Dos dias

Hoje deu-me para filosofar. Sinto-me um verdadeiro livro de auto-ajuda depois de analisar a M e as suas crises amorosas e os seus medos irracionais, que basicamente sempre foram os meus. Sinto-me mais capaz de escrever um artigo científico sobre a psicologia da mente do que sobre qualquer coisa que esteja a dar em mestrado. 
Há dias assim, e este está a ser um deles. Dar novas perspectivas a alguém que se sente confusa, que não sabe muito bem o que fazer... sempre fui melhor a dar conselhos aos outros do que a segui-los, embora as minhas opiniões sejam sempre extremamente bem fundamentadas e lógicas. Também o faço porque sei que numa situação semelhante, ela faria o mesmo por mim. Porque me conhece bem. Porque somos parecidas em tantos aspectos. 
É isso que nos torna irmãs, minha M fofinha, o saber tudo e saber que, apesar da distância que nos separa agora, continuamos mais ligadas que unha e carne.


Como eu sei que a M vai ler isto, aqui fica um último pensamento...

Fofinha,
tu + ele + aquilo - tudo aquilo + razões infinitas = (é preciso mesmo responder?)