há dias em que não te suporto. Dias em que penso duas vezes o que estou a fazer. Dias em que só me apetece dar-te um beijo. Ou morder-te. Dias em que penso se seriamos melhor de outra forma. Dias em que a tua presença é esmagadora. Dias em que a tua ausência é sentida. Dias em que me distraio de outras formas, sem ti. E depois vem aquela partícula no fim do dia em que eu deixo de fugir ao inevitável. Em que junto todos esses dias e vejo que não há dia nenhum sem ti.

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