Hoje deu-me para filosofar. Sinto-me um verdadeiro livro de auto-ajuda depois de analisar a M e as suas crises amorosas e os seus medos irracionais, que basicamente sempre foram os meus. Sinto-me mais capaz de escrever um artigo científico sobre a psicologia da mente do que sobre qualquer coisa que esteja a dar em mestrado.
Há dias assim, e este está a ser um deles. Dar novas perspectivas a alguém que se sente confusa, que não sabe muito bem o que fazer... sempre fui melhor a dar conselhos aos outros do que a segui-los, embora as minhas opiniões sejam sempre extremamente bem fundamentadas e lógicas. Também o faço porque sei que numa situação semelhante, ela faria o mesmo por mim. Porque me conhece bem. Porque somos parecidas em tantos aspectos.
É isso que nos torna irmãs, minha M fofinha, o saber tudo e saber que, apesar da distância que nos separa agora, continuamos mais ligadas que unha e carne.
Como eu sei que a M vai ler isto, aqui fica um último pensamento...
Fofinha,
tu + ele + aquilo - tudo aquilo + razões infinitas = (é preciso mesmo responder?)
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