Eu acredito na terapia de choque. Acredito que faz bem enfrentarmos aquilo que não queremos, porque isso nos vai tornar mais fortes. E um dia, quem sabe, nos torne indiferentes à sua existência, à existência daquela pessoa que não queremos ver, que nos magoou, mas que temos que lidar todos os dias.
O propósito de tal coisa é conseguir partilhar o mesmo espaço com essa pessoa, sem que gritos de palavras por dizer ecoem na cabeça, sem que se morra um bocadinho por dentro a cada gesto ou olhar, é conseguir ser tão forte quanto a pessoa que queremos tolerar, ou pelo menos sabermos fingir igualmente bem.
Não é fácil, leva tempo e muita, muita paciência... entretanto ficam as saudades de ouvir a sua voz antes de dormir, das mensagens e telefonemas ao longo do dia, de olhar-lhe nos olhos e ver tudo. A terapia de choque serve para guardar estas saudades na caixinha das recordações e aprender a viver com um "olá" e um "adeus" mais secos que palha, olhares duros e nenhuma conversa.
Se tu consegues viver sem mim, eu também consigo viver sem ti.
O propósito de tal coisa é conseguir partilhar o mesmo espaço com essa pessoa, sem que gritos de palavras por dizer ecoem na cabeça, sem que se morra um bocadinho por dentro a cada gesto ou olhar, é conseguir ser tão forte quanto a pessoa que queremos tolerar, ou pelo menos sabermos fingir igualmente bem.
Não é fácil, leva tempo e muita, muita paciência... entretanto ficam as saudades de ouvir a sua voz antes de dormir, das mensagens e telefonemas ao longo do dia, de olhar-lhe nos olhos e ver tudo. A terapia de choque serve para guardar estas saudades na caixinha das recordações e aprender a viver com um "olá" e um "adeus" mais secos que palha, olhares duros e nenhuma conversa.
Se tu consegues viver sem mim, eu também consigo viver sem ti.
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