Estou naquela altura chata do mês. É um facto. Como consequência estou feita uma máquina de comer tudo-o-que-seja-comida-que-me-apareça-pela-frente-não-importa-o-quão-calórica-seja!!! É aqui que entram os doces, os cravings de açúcar.
Estava eu no café, tentando resistir à tentação, quando a D anuncia que quer ir à mulher dos doces, apenas porque sim. Ora eu, o F, o M, o T, o J não tivemos outro remédio a não ser ir fazer uma visita à senhora dos doces, que por sinal, é bem simpática! Ora a senhora dos doces mora num beco, perto de um bairro. Ali existe um largozinho simpático. Foi nesse largo que decidimos abancar depois de comprar doces. Estávamos nós envolvidos no mais puro gossip quando dois senhores aparecem ao pé de nós. Com a pedra que eu já tinha em cima, mais a sugar high dos doces, não percebi logo o que se passava.
Indivíduos: Ora boa noite!
Nós: Boa noite...
Indivíduos: Vocês sabem quem nós somos?
Alguns de nós: Hmm...sim...
Indivíduos: Nós somos da polícia... (brigada dos narcóticos. aka C.I.'s)
Foi aí que o meu coração parou. Foram só uns nano-segundos, mas juro que parou. Então mas que jeito a polícia vir falar connosco? Nós que somos umas paz de almas?
Ah e tal que o chão 'tá sujo, que as paredes estão grafitadas, que os vizinhos se queixam do barulho, que estão muitas pontas de charros no chão, que não existe nenhuma senhora dos doces aqui para estes lados...
Indivíduos: Vocês sabem o que é um charro?
F: Atão a gente não há-de saber o que é um charro?!?!?
Indivíduos: Hoje não vos revistamos, mas já fixámos a vossa cara... por isso da próxima vez que vos virmos aqui teremos que vos revistar...
Nós: OK...
Aqui ainda tive medo que voltassem com a palavra atrás, porque chegou o P, o R, o JP e o JH, que, não resistindo, quiseram picar os C.I.'s. Era ver o C.I. a dizer ao R para não jogar as cascas das pipas para o chão e o R a dizer que era biodegradável, eram eles a olhar para a barba do P e o P a pensar "pronto, vão-me culpar a mim só porque tenho a barba por fazer", o JP a controlar-se para não rir, e o JH só de se encostar a um poste, já diziam que ele tinha partido não sei o quê.
Estava eu no café, tentando resistir à tentação, quando a D anuncia que quer ir à mulher dos doces, apenas porque sim. Ora eu, o F, o M, o T, o J não tivemos outro remédio a não ser ir fazer uma visita à senhora dos doces, que por sinal, é bem simpática! Ora a senhora dos doces mora num beco, perto de um bairro. Ali existe um largozinho simpático. Foi nesse largo que decidimos abancar depois de comprar doces. Estávamos nós envolvidos no mais puro gossip quando dois senhores aparecem ao pé de nós. Com a pedra que eu já tinha em cima, mais a sugar high dos doces, não percebi logo o que se passava.
Indivíduos: Ora boa noite!
Nós: Boa noite...
Indivíduos: Vocês sabem quem nós somos?
Alguns de nós: Hmm...sim...
Indivíduos: Nós somos da polícia... (brigada dos narcóticos. aka C.I.'s)
Foi aí que o meu coração parou. Foram só uns nano-segundos, mas juro que parou. Então mas que jeito a polícia vir falar connosco? Nós que somos umas paz de almas?
Ah e tal que o chão 'tá sujo, que as paredes estão grafitadas, que os vizinhos se queixam do barulho, que estão muitas pontas de charros no chão, que não existe nenhuma senhora dos doces aqui para estes lados...
Indivíduos: Vocês sabem o que é um charro?
F: Atão a gente não há-de saber o que é um charro?!?!?
(acho que aqui parou mais uns nano-segundos)
Indivíduos: Hoje não vos revistamos, mas já fixámos a vossa cara... por isso da próxima vez que vos virmos aqui teremos que vos revistar...
Nós: OK...
Aqui ainda tive medo que voltassem com a palavra atrás, porque chegou o P, o R, o JP e o JH, que, não resistindo, quiseram picar os C.I.'s. Era ver o C.I. a dizer ao R para não jogar as cascas das pipas para o chão e o R a dizer que era biodegradável, eram eles a olhar para a barba do P e o P a pensar "pronto, vão-me culpar a mim só porque tenho a barba por fazer", o JP a controlar-se para não rir, e o JH só de se encostar a um poste, já diziam que ele tinha partido não sei o quê.
Foi engraçado, surreal, e esperemos que não se repita nos próximos tempos.
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