terça-feira, 28 de dezembro de 2010

O futuro...

O futuro dos portugueses não se avizinha próspero por aí além! Principalmente o das camadas jovens (e quando digo jovens digo ensino básico e talvez já secundário).
Navegando eu pelo facebook (sim a curiosidade a isso me obriga), eis que me deparo com abominações de arrepiar a espinha. Ele é "fazeria" em vez de faria... ou "faser" em vez de fazer; Ele é dar "ordems" em vez de ordens; Ele é dizer "vogonhoso" em vez de vergonhoso; Ele é "séra" em vez de será .... e por aí fora. De meter medo mesmo. Claro que isto são apenas palavras. Isoladas são um problema, mas numa frase podem até passar despercebidas. Claro que há frases que não passam despercebidas, é impossível alguém não reparar no "quando um homem levanta-se para falar" ... nem há comentário possível. Ou quando "bates-te na rocha" e não bateste... é deveras doloroso. São coisas realmente "parcidas" e não parecidas de todo. Ou quando são tão eloquentes numa língua estrangeira, que o "I now wath you did last night" diz tudo.
Eles dão "concelhos" porque não querem conselhos. E o que tiver que acontecer, "aconteçerá", nunca acontecerá.

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