Estava eu chegando ao parque de estacionamento do Pingo Doce, quando vejo um velhote a passar a estrada vagarosamente. Ele ia passar à frente do meu carro, então reduzi a velocidade. Mas ele estava andando mesmo a passo de caracol. E nem estava olhando para mim. Deduzi que se não parasse o carro iria certamente atropela-lo assim de fininho. Então parei o carro, cruzei os braços e esperei para ver o que acontecia. O senhor foi contra o carro, assustou-se e ficou olhando para mim. E pronto, foi à sua vida e eu fui à minha.
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